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Um salto no infinito.



Mudança de lar

Decidi criar um novo cantinho &, consequentemente, experimentar novas formas & cores - & sensações também. (: 

Estou morando em: http://umsaltonoinfinito.blogspot.com/  ;*



Escrito por Dé. às 01h02
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Desafio

Definindo-me por imagens.

Quem sou:

O que me faz sorrir:

O que me faz chorar:

Minha cor:

Hobby:

Sonho:

Melhor lembrança:

Música:

Esporte:

Um Filme:

Pecado Bobo :

3 lembranças fofas da infância:

 

Gostei. Piscadela

 



Escrito por Dé. às 22h45
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Transitoriedade e nostalgia.

O efêmero me assusta.

Uma velocidade vertiginosa tem acompanhado as relações humanas ultimamente, pelo menos as minhas.

São tantas as memórias que já tenho guardadas em 18 anos de trilhas mal-desenhadas ..  E não poucas vezes o espelho insistiu em ressaltar rugas na minha pele, zombando de minha pobre imagem.

Cansam-me pessoas reafirmando que isso é apenas uma de múltiplas fases. Ora, quando se vive a adolescência tudo é fase! E que chato.

Assemelhando-se à esses fatos, queria tocar em um outro pedaço de mim: A saudade. Íntima, intensa, inquietante. 

Uma luta incessante consome, domina e molda minha personalidade. E o que vem a ser esse sentimento, afinal? Porque quando se ama, aceita-se as decisões que a vida nos impõe e o caminho que o outro decide seguir, correto?

Perguntaram-me se tenho medo de ser esquecida. De imediato, respondi: não. E ressaltei: Medo sim de não mais corresponder às necessidades de uma curta ou longa amizade. Medo de atolar-me em atividades e perder o contato, medo de deixar que escape as emoções sentidas, vindas de uma conversa descompromissada, de um abraço acompanhado à risadas, de um olhar atento, firme, afetuoso.

[pausa para suspiro]

O que dói, na verdade, são aqueles velhos chavões, sempre na moda, convenhamos: "Carpe Diem = curta o momento, colha o instante" ou o "curta a vida porque a vida é curta". Pra mim, tratam-se de experiências, é o ver para crer. É vivenciar para poder sentir. E eu juro que tentei pôr o melhor de mim em cada detalhe vivenciado.

Eu quero minhas companhias de volta. Eu quero minha rotina de antes. Minhas visões de mundo delirantes. Minha paz em ouvir e ser ouvida. Quero rir das bobagens que ninguém entendia. Quero trocar confidências sem incômodos, sem constrangimento. Quero dar e dar e dar atenção, quero, por fim,  merecer receber atenção - mas aonde foi morar a reciprocidade? Alguém a viu distraída por aí?

Perderam-se de mim. E eu perdir-me de mim mesma, tentando ocupar os espaços antes preenchidos.

Resta-me 'Devanear, e sorrir diante de todos esses fantasmas'.

  - - - -

Ontem, 21.06, despedidas aconteceram.

Agora me faltam palavras e uma sutil habilidade para expô-las aqui. Mas não posso perder a oportunidade e deixar que a emoção me escape.

 

 Já sinto falta de alguém para admirar.

Os meus olhos, que farão? Para onde direcionarão atenção?

Quer dizer então que não mais existirá a sua voz cortando o silêncio, muito menos o sorriso esplêndido, dotado de puro encantamento e satisfação?

Por ti, nasceu em mim uma nova emoção.

E acredite, guardo tua companhia à sete chaves, salva em minhas recordações - presença intensa nesse meu pouco explícito e debilitado coração.

* À minha xará e sempre professora Débora Camasmie.

- - - -



Escrito por Dé. às 22h24
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Fotografia

Descobri que tenho uma certa paixão por fotos.

Nunca gostei de ser parte delas ... mas sim, estar por trás da lente - ser a própria fotógrafa, rs. Já faz um tempo que venho colecionando esse tipo de coisa. Já faz um tempo que estou magnetizada por esse universo.  Pela mais pura, doce e encantadora fantasia.

É gostoso poder acordar e se perguntar: "O que será que o mundo irá me mostrar hoje?"  É prazeroso sair às ruas procurando o novo, o excêntrico, o  anormal.  É engraçado tentar decifrar o que pessoas ao redor pensam enquanto me posiciono diante de algo ou alguém. Eu gosto de me prender à corriqueira vida humana desta maneira. Eu sinto a leveza no tranquilo bater das asas de uma borboleta enquanto tento 'capturá-la'. E deixo-me levar por cada sorriso dado de ponta à ponta - partícula do meu hobby - partícula da minha história.

 

Recentemente ouvi de alguém especial que tenho uma certa magia. Que consigo transmitir emoções através de minha mais nova 'mania'.

Será? 

Bom, talento mesmo .. acho que não possuo. Mas me encanto cada vez mais, e desejos de transformar qualquer ambiente, por mais simples que seja, com certeza não faltam. 

Poder dar sentido ao meu mundo. *



Escrito por D. às 19h52
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-

não sei exatamente o que acontece.

Já não me importo tanto com o lado de fora, com o exterior,com a vaidade. Já não faço mais questão de certas coisas ou pessoas ...

Cansei, desgastei, desapeguei. Parei, e respirei.

Por dentro, toma conta o desejo mais íntimo de perseguir um sonho, de desvendar mistérios, de alcançar seu lado oculto e, por fim, acreditar no que possa ser eterno -buscando pistas, juntando peças, absorvendo detalhes sem nenhuma pressa. 

 

    

Andar, cantar, dançar, observar, ouvir, sentir, sonhar, suspirar, deixar-se levar .. & ao final de tudo, agir.

                                     Eu quero viver. E ter história pra contar.                   

                                                                   

  

Poder falar de mim sem preconceitos, sem medo. Falar sem necessidade de ostentar o que se tem. Falar demonstrando apenas o que se é.

 



Escrito por D. às 03h06
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~

Ultimamente tenho vivido depressa.

Esperando ansiosamente o sol reaparecer para cumprir obrigações, estebelecer metas, criar novos desejos, buscar mudanças internas ... Deitei na cama, olhei para o teto e me perguntei se agitar-se dessa maneira estava me fazendo bem. A resposta não veio de imediato, e percebi que havia me acomodado ao cotidiano. Justo eu, que já vinha me esforçando para não fazer parte dessa massa, juntei-me à eles?  Eu, que dias atrás me permitia ser levada pelos desejos mais insanos? Que lutava para não ser acordada de meus infantis e intermináveis sonhos?

Acompanhado de frágeis batidas, o coração vem ultrapassando limites. Vem desobedecendo regras que ditei desde que me descobri como ser humano.

Mas eu tenho resistido. Uma luta incontrolável e silenciosa está acontecendo.

Ô vida contraditória, efêmera e estressante!  Deixa de pisar em cima de mim, guia-me! Seja minha fortaleza.

Desacelere o tempo, descance os pés, respire, suspire .. (8' *

 



Escrito por D. às 00h07
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*

À medida que crescem as vontades, os sonhos, os incentivos, eu alimento o medo de ficar cega. De perder o chão, ser ridicularizada, ir gradativamente ultrapassando limites alheios querendo atingir os meus. Medo de não mais enxergar o que está à minha volta, prender-me à esse mundo paralelo que tanto abranda meus conflitos internos, que silencia-os sob sua esplêndida calma e tranquilidade. Um ambiente que me faz suspirar e acreditar nas fantasias acordadas.  Que distancia o barulho, o estresse, a vaidade sem dimensões, a soberania e a solidão que corrói o ser humano e diminui sua intensidade diante de um novo dia.

E por falar em solidão, confesso que já faz uns dias, uma súbita magia pousou em mim. Algo do tipo "sorria sempre". Talvez nunca a tenha encontrado por esse caminho... Eu, num estado de paz interior, de auto-estima, de saudade sem o aperto que machuca o peito. Instantes vividos, presenciados no aqui e agora.

As palavras me escapam tentando decifrá-lo. Encontrei -me, será isso?

Ainda me pego repleta de dúvidas, incertezas, insatisfações e erros. Pacientemente 'curo-os' de maneira que não mais supra minha energia, agora contida em outros planos.

Ai, fase adolescente da vida.

Nada mais se quer além do querer expresso nas raras palavras; quer-se o querer proveniente do fazer das ações intimamente desejas e suplicadas; quer-se atitude! Atitude diante da vida? Sempre!

Impressão de que os dias correm num escasso tempo... Lembro que temi por isso lá atrás. Hoje já não adianta mais. Eu, 18 anos de trilhas mal desenhadas, 'acordei'.

Talvez a felicidade seja isso. *  

 



Escrito por D. às 14h34
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* Eu quero a essência.

Aii .. !  Me atrevo a escrever sobre essa confusão que me deixa em paz, rs.   Que vontade maluca de extravasar, de enlouquecer nos mínimos instantes onde meu íntimo chama por sua presença!  Não busco a atração, a luxúria ou coisa parecida. Não .. *-*  É mais do que se passa em sala de aula, eu anseio conhecer o que não nos foi revelado. 

É o gostar de estar no mesmo lugar, pertinho, ouvindo com máxima atenção e permitindo-se maravilhar por suas idéias. É sentir que meus olhos inundam de um tipo de brilho, fosco e perceptível, com aquele teu sorriso de sempre; incluindo os elogios, as brincadeiras à parte que contagiam o ambiente, deixando-o menos pesado. É esperar pacientemente você entrar com um Bom Dia e contar nos dedos os dias e as horas em qualquer relógio pra que isso aconteça, mais uma vez. É o desejar sutil de poder te encontrar.

E ao meu redor é como se ninguém manifestasse interesses em desvendar o por quê de uma loucura assim. Sei lá, se mostram taxativos, limitados.

Conforme os dias vão passando, faço esforços para poder me compreender e me aceitar assim, de uma maneira que seja saudável. Diante do Criador, sinto que não infrinjo regras e normas, não há pretensões de quem almeja invadir a privacidade alheia. Talvez Deus esteja sorrindo pra mim. Me guardando, me protegendo de qualquer conflito.

Quando se tratar de carinho, afeição de uma aluna como eu ao professor ou de quaisquer pessoas, Ele não vai nos punir, nem nos condenar, não é? Não seria essa a chave que cumpre o ato de libertar o ser e seu mundo? A razão, o sentido único e absoluto?

-

Viver nessa atmosfera, a mais tênue que existe. *     Aiai.



Escrito por D. às 23h37
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.

                                   Já  tentei  me adaptar, ser popular, andar na moda.

  Falei bobagens, contei vantagens, mentindo estar feliz, acreditando num sonho sem raíz.

                                Com um ar de quem aparenta indiferente, observei à longo prazo o passar das horas sem algum motivo convincente. Eu apenas observava. Admito sem veronha que faltou esperança, faltou confiança. Quis dar a vida por um amor, aceito agora qualquer sentença para que me tirem essa dor.

Ah, vazio. Sóbrio & mórbido vazio. Instantes congelados no passado .. como senti frio !   Saber que perdi arriscando pouco,  uma normal que desconhece o bem que nos causa ser louco. Onde estão as metas e projetos à dois, cadê aquela coragem que insisti deixar pra depois

                                 

 

                                Acho que aprendi a não pedir,

                         mas por favor não me faça permanecer aqui. 

                 Cuide de mim.    

          Aguento esperar. 

 

&  enquanto alguém não vem eu quero gastar o que restar de um órgão que ainda bate, fragilmente me fazendo respirar.

 

Lutar, lutar & lutar.                

 



Escrito por ! dé às 22h49
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Um tema qualquer.

 tô sem assuntos legais hoje, é. Acho que não sei manter um blog, algo que respira não só palavras, e mesmo que não tenha muito a contar, pelo menos não o deixa abandonado. Ok, não o fiz pra isso, mas na verdade sempre temos o que revelar, por mais escroto que seja; os dias não são iguais.   Hummm .. bom, tenho sobrevivido até aqui depois de minha décima-oitava primavera (já dizia minha amiga Évelyn rs) . A idade dos sonhos. E dos pesadelos também. Não quero me atolar de planos e promessas, mas algo ou alguém que me complete, mesmo que por curto tempo, e me deixe mais leve em relação ao dia-a-dia.  Falo de sonhos sempre com pés no chão, decifro minha realidade desejando fugir dela. É chato, me incomoda e meus esforços são mínimos ainda para mudar rumos. Por enquanto, não me sinto firme, tenho me visto impaciente, ansiosa pelo inexistente. Que crise mais desconfortante. Pois bem, o lado positivo do pós-aniversário é uma vontade imensa de sair do ninho, ter meu proprio canto, conquistar as minhas 'coisas' e mais e mais pessoas.  Por falar em pessoas, me sinto estranha ainda, porém um tanto feliz. Esses dias atrás recebi os melhores presentes, o conforto e o reconhecimento dos que estão ao redor. Uma atmosfera tão bonita que não poucas vezes fui capaz de ir ao espelho e me perguntar o que fiz para tal feito. Mas diante disso ainda sei ou sinto falta .. falta de alguém mais velho que possa ouvir e compreender 5% desse órgão que bate aqui dentro. Falta de alguém com os mesmos ideais, e a intensidade para poder buscá-los.   Sei, sou jovem para pretensões assim. De inicío, são esses tambem os meus 'projetos'.  Aprendi a gostar de minha companhia mas acredito que caminhar só não faça sentido.   Teve um garoto também que agradeceu pelos conselhos que dei e afirmou precisar de amigos assim todos os dias. 'Abrir-se' sem constrangimentos, sem tempo nem relógio.  Encontrei uma menina saudosa de nossas risadas, e tentei aliviar paixões ardentes de adolescentes.

Falando assim me promovo a 'vovó'. rs Até parece.

Por fim, tô para entrar em overdose com sons dos anos 80/90, Phil Collins, uma banda chamada Toto que desconhecia, Stevie Wonder ( aah! *-* ) e etc; tenho trocado lanches por almoço e ah,

'dias normais' é uma droga. Falta de inspiração, a mesma coisa.     Dedico aqui, desde já, minha fidelidade à trazer temas prazerosos e plantar tambem, sempre que necessário, sementes de esperança em nossos corações.              

 

PS: É, tá um lixo.  Humildes desculpas por isso aí. ^

 

~



Escrito por Dé Vieira. às 04h13
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Sonhos, incomodações e reflexões.

 

Juro que adiei ao máximo escrever certas coisas, mas chegou a ser motivo de insônia. Faço aniversário amanhã, 18 anos. & isso mexe comigo de um jeito que preferiria passar o dia inteirinho dormindo só pra não pensar no que vem junto com ele.  Não que queira ser sempre 'menina'.  É que não me vejo tão não-preparada, não sei dizer. Tenho vontades enormes, numerosos sonhos, mas pode não ser suficiente. Terminei de ler há pouco tempo um livro chamado 'A Elegância do Ouriço', aquele que pela capa não atrai. Em um dos personagens, apresenta-se uma menina de 12 anos, rica parisiense inconformada e à beira de um suicídio, decide buscar um sentido para sua vida. Viajei pela história, literalmente. Se pudesse fazer durar essa sensação de 'final feliz'...   Então, desde muito tempo tento descobrir o que de fato me cause grande impressão. Algo que me tire por completo do ambiente que interajo, ou que me faça enxergá-lo de modo diferente. Acho que todos, pelo menos uma vez na vida, sentiu-se vazios, ínfimos, ansiosos à outros caminhos. Não falo necessariamente de amores e profissões. Nem sempre podemos fazer o que gostamos, nem ser totalmente correspondidos. A profissão adequada para ser alcançada leva horas, ou melhor, dias e dias de estudo e dedicação. Isso pra mim agora é coisa de 'futuro'. Vou cursar este ano o 3○ colegial, e quem sabe, cursinhos e etc;    Já a questão amores difere. Talvez não seja uma parte certa da nossa vida, mas creio que não pareça errado esperar por isso em algum lugar nos próximos minutos. Tem que acontecer, e como nos filmes 'finais felizes' exigir  intensidade.  Só de imaginar eu já fico um pouco conformada. Hoje acalmo da melhor maneira possível esse coração, que aqui também é  jogado, dos planos errados com alguém que criei à minha vontade. Bem, não é dessa forma concretamente, a coisa é tão longa que para ser contada 1 post não basta. Também não almejo que vire uma novela. Enfim, senti o meu momento e tive nas mãos, em meus quase 18 anos, uma certeza imaginária. De quando voce olha no espelho e sorri porque algo em ti bate incontavelmente e não te deixa dormir bem, te leva às mais desvairadas bobagens. É Quando voce não consegue ver o fim.  Sendo ele ou ela a tua melhor preocupação.  Ok, é passado. De fato, permanece enterrado nos solos da mágoa, do egoísmo, da fragilidade. E irritantemente vivo nos olhos, boca e coração.  Não desejo que se prendam à alguém de tal maneira, mas se doem ao máximo, sem medos e exageros, e não façam nenhuma questão de si. Vejo isso um tanto saudável. 

 Mudando de A p/ B, me sinto demasiadamente perdida. O 'meu redor' é pequeno pra mim e, infinitamente distante. Há grandiosamente por dentro o desejo de ter e fazer meu próprio canto, conquistar minhas próprias 'vitórias e derrotas' sem ser supervisionada, dar de cara com o significado da liberdade, se é que ela existe de um jeito menos doloroso.  Não vejo interesses distintos, entende? Apenas o comum. Não entendo como homo sapiens (no plural) goste de fazer parte do grupo mais trivial. Ficar à deriva esperando aparecer, ou mesmo acontecer. É querer pôr de cabeça-pra-baixo uma longa existência de 20,30,40 anos de pessoas assim. E .. ?  Olha que o conformismo mata, creio eu. Mata de tédio, de ansiedade, de estresse, de não-novidades, de 'loucura', mata de sempre-o-mesmo-modo para encarar o que foi dado.    Mas, sinto mais forte àquela revolução, e encontrar 'visões de vida'.    Acho que tinha isso como um passo inatingível.  Venho pensando intimamente se não sou capaz de realizá-lo, pelo menos como um presente de 18 anos à mim mesma.

Ouvi uma vez que fantasio demais. É.   Mas a falta desse nutriente nos transforma em máquinas. E é inerte que precisamos realmente ficar?

 ~ 



Escrito por Dé Vieira. às 03h34
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Verbo do dia: querer

*Inspiração de um post no blog da Is: isabelasantiago.blogspot.com/         obg. *-*

-

• Quero a chance de ser tão valente & corajosa por apenas um dia, como Harry - de Harry Potter.                                                    

• Quero poder esvaziar-se por completo e fazer a mudança proposta na música Man In The Mirror - de Michael Jackson.

• Quero ver de pertinho a menina doce dos olhos encantadores, portadora da sídrome de down - no livro O Guardião de Memórias

• Quero saber como é ter 11 irmãos e um pai sem igual, como no filme Doze é Demais.

• Quero uma Nova York bem pertinho de mim, com o fascínio de todas as suas luzes e cores, sempre que ouvisse Stevie Wonder.

• Quero um pedaço da determinação em 'desvendar mistérios' de Robert, igual ao livro O Código Da Vinci.

• Quero por uma noite vestir-me de princesa e parecer tão linda como a Bela, de A Bela e a Fera.

• Quero mostrar as minhas verdadeiras cores, como Phil Collins canta em True Colors.

• Quero o encanto da neve tocada em meu rosto como sentiu Viktor, no filme O Terminal

• Quero ter, novamente, um amigo como Marley, do livro Marley & Eu.

Quero não mais deperdiçar meus dias, como Renato Russo na música Tempos Perdidos.

Quero poder buscar confiante a realização dos meus sonhos como Chris Gardner, do filme À Procura da Felicidade.

• Quero dançar com vontade e sem medo semelhante ao John, do filme Dança Comigo?

• Quero sentir intensamente e saber que encontrei alguém, sendo capaz de ir contigo aonde for, como o Chris do filme Amor Além da Vida.

• Quero, por fim, acreditar em mim, no que eu posso ser e doar; quero a esperança, o brilho de um sorriso, um alicerce que não me deixe afundar como em todos os livros de meu admirável escritor - Augusto Cury.

Ê fantasias.



Escrito por Dé Vieira. às 02h55
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Filmes.

Começo dizendo que, aos 17 anos, saí sozinha pela primeira vez. Tinha medo de cidade grande e resolvi enfrentá-la. Assisti no sábado - 23.01 - o filme Up In The Air - lançado recentemente. Uma história que me prendeu durante 2h do começo ao fim, & não pelo charme do ator (aaah, George Clooney *-* rs), mas ao esquema bem arquitetado, eu diria. Com toques de romance e reflexão, o prazer do trabalho e a não-relação com a família. Um homem que vive viajando e tudo que tem é sua bagagem.  Gostei. E recomendo. Mas me surpreendi porque, na minha visão, o personagem principal não teve um final tão feliz assim. No demais, me agradou.  Depois fui dar aquela voltinha para olhar vitrines, meio tímida por não ter alguém ao lado e ver diversas pessoas acompanhadas. Mas enfim, 'saí' do casulo. rs  Uma boa experiência.

Lembrei recentemente de outro filme que mexeu muito comigo - A Casa do Lago - de 2006.  É uma coisa de louco. Me apaixonei perdidamente. Duas pessoas aparentemente solitárias que por um acaso 'se encontram' e mantém contato via correspondência, sem nunca terem se conhecido pessoalmente, sem nunca terem tocado um ao outro, & com 2 anos de diferença entre si: ela 'parou no tempo' em 2004, e ele prossegue em 2006. Confuso,não? Mas o desenrolar é supreendente, fascinante. A partir daí começa a luta para finalmente estarem juntos & surge um amor tão vibrante que pra mim ficou difícil não emocionar-se.  

São essas paixões e distrações (filmes,livros,cadernos) que me fazem suspirar e crer que é preciso acreditar - que um dia aquela felicidade pode me encontrar, e me carregar junto com ela.

Dé. ~

 



Escrito por Dé Vieira. às 01h46
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Haiti

Acabei de assistir um programa da Mtv internacional pela Mtv daqui , chamado "Hope For Haiti Now". Evento que busca solidariedade ao redor do mundo, arrecadando quantias para ajudar a reconstruir o país - através de um site e de um Call Center formado por celebridades dos EUA.  Interessante.  Se eles podem fazer um show de tamanha grandeza, que façam. No programa, um por um, os atores iam no palco e contavam uma história ocorrida no Haiti nesses últimos 12 dias, depois alguém cantava e em seguida mostravam fotos do acontecimento. Não é preciso descrever aqui tamanho sofrimento, mas como essas coisas mexem com a gente. Mas é como se fosse uma experiência sociológica, como me senti pequena diante de tantas pessoas perdidas. Aqui em SP, infelizmente, vivemos no drama dos deslizamentos,desabamentos de casa e etc; devido à chuva. E quem não ganha nada com ela vive em construções localizads em lugares de risco - que gera o assunto da moradia, do trabalho e da oportunidade. Destaque para os lixos despejados nas ruas sem a mínima explicação, porque quem vive em chiqueiro é porco, somos animais? Enfim, de fato o ano não começou tão bem como imaginava.     E é tanta coisa pra minha cabeça, tantos sonhos, tantos planos sem saber se um dia se concretizarão. Sem saber se um dia vou poder dizer que 'cumpri a minha missão', fiz valer à pena minha trajetória. Mal fiz 18 anos e cansei da frase "voce é o futuro desse país - e quem sabe do mundo" na verdade não cansei, é medo mesmo. A vontade é de me enfiar num quarto trancado até isso tudo passar e, ao mesmo tempo, a sensação de querer estar lá, perto dessas pessoas, e poder tirá-las dessa angústia e devolver-lhes a esperança. Porque pessoas boas não podem ficar paradas. É preciso sair do casulo de alguma forma.  Enfim, termino isso com uma mistura de sentimentos. Oscilando entre o tudo e o nada ao mesmo instante.  Desejo que tudo isso se acalme, que esses corações encontrem por fim um caminho de paz.   



Escrito por Dé Vieira. às 01h54
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20.01.10

Acordo em meio à toques de telefone e quando abro a janela, tcharam! Aquele céu bonito de São Paulo. Mas bonito mesmo, fugindo às cores cinza e "água-suja". Não importa se é verão, mas um dia raro assim, algo tem de acontecer.

É com um puquinho de vergonha que conto-lhe a minha bagunça da tarde. Guerra de almofadas em plena sala cheia de coisas 'quebráveis', janela aberta (calor,né?) e pior, depois que ja tinha arrumado tudo. Mas por sorte, recebo a visita de um vizinho de quase 5 anos, crianças tem que gostar de desarrumação, é lei. Como de costume, ele não sobreviveu aos meus ataques. & eu tive que ajeitar tudo sozinha depois,é. Mãe chega em +/- 30 min, aí já viu.  

Antes disso, aceitei o convite dele pra sair e ver meninos empinando pipas. Sentada na calçada olhando pra cima durante uns 30 min.  Pra fazer a vontade dele já que mamãe não tem tanta paciência assim. E a felicidade do menino em ver um 'cortar' a pipa do outro, nunca vi igual.  Regressei às origens.  Crianças.

<3'



Escrito por Dé Vieira. às 01h22
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